O delegado Braz Morroni e os agentes Everton Aires e Eduardo Jorge, da Polícia Civil da Paraíba, foram tornados réus por formação de organização criminosa. A Justiça aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público contra os três policiais e outras cinco pessoas investigadas na Operação Perfidus.
Com o recebimento da denúncia, começa formalmente a ação penal contra os oito investigados. Segundo a decisão, o Ministério Público apresentou elementos considerados suficientes, neste momento, sobre a existência dos crimes, indícios de autoria e a participação atribuída a cada denunciado.
De acordo com a denúncia do Gaeco, o grupo é suspeito de integrar uma organização criminosa armada que teria se apropriado de carregamentos de drogas de facções criminosas, vendido os entorpecentes para outros grupos e lavado o dinheiro obtido com essas atividades. A investigação teve como foco servidores da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (DCCPAT), em João Pessoa.
