Técnicos do Banco Mundial elogiam avanços tecnológicos implementados na Aesa e na Cagepa com o Projeto de Segurança Hídrica da Paraíba

As equipes do Banco Mundial e da Secretaria de Estado da Infraestrutura e dos Recursos Hídricos (Seirh) realizaram visita técnica nessa sexta-feira (13), na sede da Agência Executiva de Gestão de Águas (Aesa), em Campina Grande, e no escritório da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), em Marés, na Capital. Os representantes do BM assistiram apresentações dos gestores dos órgãos e destacaram o ótimo trabalho que vem sendo feito, tanto na gestão dos recursos hídricos, como nos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário. 

O presidente da Aesa, Porfírio Loureiro, apresentou o Sistema Estadual de Informação de Risco Climático (Seira). Trata-se de um sistema com várias aplicabilidades, com destaque para a junção de meteorologia, recursos hídricos e agricultura, mostrando dados sobre a climatologia, a recarga de reservatórios e o uso ao pequeno agricultor. 

O presidente da Cagepa, Marcus Vinicius, também apresentou as instalações do Centro de Controle Operacional, inaugurado em fevereiro deste ano, as ferramentas tecnológicas do CCO, a parte de setorização e integração desse sistema, além de dados gerais sobre as obras executadas pela Companhia, não só financiadas pelo Banco Mundial, sobre o programa de perdas, mas também sobre saneamento básico. 

A visita faz parte de mais uma missão do Banco Mundial na Paraíba, que teve início nessa quinta-feira (12), em audiência com o governador João Azevêdo, na Granja Santana, em João Pessoa, e prossegue até esta quarta-feira (18). Participaram da agenda dessa sexta-feira (13), a secretária de Estado da Infraestrutura e dos Recursos Hídricos, Virgiane Melo, o diretor do Banco Mundial para América Latina e Caribe, Benoit Bosquet; o gerente da América Latina e Caribe para Recursos Hídricos do BM, David Michaud e Alfonso Alvestegui, gerente de Projetos e especialista sênior em recursos hídricos e saneamento rural; e Paula Oliveira, especialista sênior em recursos hídricos, entre outros técnicos do BM e da Seirh, diretores e técnicos da Aesa e da Cagepa. 

Segundo a secretária de Estado da Infraestrutura e dos Recursos Hídricos, Virgiane Melo, “a escolha em visitar a Paraíba pelo diretor do BM Benoit Bosquet é resultado dos avanços nas obras financiadas pelo Banco Mundial, para o Projeto de Segurança Hídrica. Ela destacou ações tanto na gestão de recursos hídricos, como a ampliação da capacidade da Aesa em gerir esses recursos; bem como na parte de infraestrutura hídrica, com as obras do Ramal Cariri, com 50% executada e o Centro de Automação da Cagepa, que oferece subsídio para que a Companhia tenha mais qualidade no monitoramento da sua operação, facilitando assim o atendimento aos usuários.   

O diretor do Banco Mundial para América Latina e Caribe, Benoit Bosquet disse que está “muito honrado com a parceria do Banco com a Paraíba e que está vendo o ótimo trabalho que vem sendo feito tanto na gestão dos recursos hídricos, como nos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário. O Projeto de Segurança Hídrica 1 está indo bem e já está sendo concluído com bons resultados apresentados e estamos esperando pelo início do PSH-PB 2, para dar continuidade nas atividades”. Ele elogiou o formato do Seira, apresentado pela Aesa e considerou muito importante o serviço oferecido por meio do Centro de Controle Operacional da Cagepa.

De acordo com Porfírio Catão, “o Seira dispõe de informações compiladas, onde o produtor rural e o público em geral tem acesso gratuito a todas essas ferramentas. Esse sistema veio unir toda a gestão de recursos hídricos junto com a agricultura, com 23 plataformas de coletas de dados do Paraíba Rural Sustentável e mais 73 do PSH-PB 1, com isso fizemos o sistema completo para 96 estações hidrogeológicas, beneficiando todo o Estado”. 

O presidente da Cagepa, Marcus Vinicius, ressaltou as determinações do governador João Azevêdo “sobre políticas públicas de execução; as questões que envolvem a parceria público-privada com alavancagem para o avanço do setor de saneamento, especificamente o de esgotamento sanitário e a reafirmação da Cagepa pública e eficiente”, reforçando a parceria com o Banco Mundial para somar aos esforços desenvolvidos pela gestão no Estado. 

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