Onze governadores e 10 prefeitos renunciam para disputar eleições de 2026; veja nomes

Onze governadores e dez prefeitos de capitais renunciaram aos cargos para disputar as eleições de 2026. As saídas ocorreram até sábado (4), prazo final de desincompatibilização exigido pela legislação eleitoral, que obriga afastamento seis meses antes do pleito para evitar uso da máquina pública.

A regra vale para ocupantes do Poder Executivo que desejam concorrer a outros cargos. No entanto, a renúncia não garante candidatura, que só será oficializada após as convenções partidárias e registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), previsto para agosto.

Governadores que renunciaram

Entre os governadores que deixaram os cargos, dois são pré-candidatos à Presidência: Romeu Zema e Ronaldo Caiado.

Além disso, a maioria deve disputar o Senado, que renovará 54 das 81 cadeiras.

Confira os nomes:

  • Acre: Gladson Cameli (PP)
  • Amazonas: Wilson Lima (União)
  • Distrito Federal: Ibaneis Rocha (MDB)
  • Espírito Santo: Renato Casagrande (PSB)
  • Goiás: Ronaldo Caiado (PSD)
  • Mato Grosso: Mauro Mendes (União)
  • Minas Gerais: Romeu Zema (Novo)
  • Pará: Helder Barbalho (MDB)
  • Paraíba: João Azevêdo (PSB)
  • Rio de Janeiro: Cláudio Castro (PL)
  • Roraima: Antonio Denarium (PP)

Na maioria dos estados, os vice-governadores assumem os cargos e podem disputar eleições.

No Rio de Janeiro, há uma exceção: sem vice no cargo, haverá definição sobre uma eleição indireta ou direta, decisão que caberá ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Governadores que permanecem no cargo

Governadores que podem disputar a reeleição não precisam renunciar, como:

  • Tarcísio de Freitas
  • Jerônimo Rodrigues
  • Elmano de Freitas
  • Raquel Lyra

A regra também se aplica ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pode tentar reeleição sem deixar o cargo.

Prefeitos de capitais que renunciaram

Entre os prefeitos de capitais, a maioria pretende disputar governos estaduais.

Veja os nomes:

  • Eduardo Paes (PSD), do Rio de Janeiro (RJ)
  • Lorenzo Pazolini (Republicanos), prefeito de Vitória (ES)
  • João Campos (PSB), prefeito de Recife (PE)
  • Eduardo Braide (PSD), prefeito de São Luis (MA)
  • Cícero Lucena (MDB), prefeito de João Pessoa (PB)
  • David Almeida (Avante), prefeito de Manaus (AM)
  • Dr. Furlan, prefeito afastado de Mapacá (AP)
  • Tião Bocalom (PSDB), prefeito de Rio Branco (AC)
  • Arthur Henrique (PL), prefeito de Boa Vista (RR)
  • João Henrique Caldas (PSDB), prefeito de Maceió (AL)

O que diz a lei eleitoral

A desincompatibilização é uma exigência legal que obriga ocupantes do Executivo a deixarem seus cargos seis meses antes das eleições.

O objetivo é garantir equilíbrio na disputa, evitando que candidatos utilizem a estrutura pública em benefício próprio.

Próximos passos

Apesar das renúncias, as candidaturas ainda não estão confirmadas.

A oficialização ocorrerá após as convenções partidárias e registro no TSE, previsto para agosto. Até lá, os políticos seguem como pré-candidatos.

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