Dr. Aledson critica altas taxas cobradas aos trabalhadores de Princesa e pede transparência na aplicação dos recursos da gestão

O deputado estadual Dr. Aledson Moura criticou a alta taxa de impostos e taxas aplicados aos trabalhadores de Princesa Isabel que sofrem com a alteração do sistema tributário municipal determinada pela gestão atual da cidade. O deputado explicou que o prefeito utilizou-se do argumento de “adequação à realidade atual” e atualização de valores defasados para ampliar a cobrança de taxas e criar novos encargos que tendem a pesar, sobretudo, sobre trabalhadores autônomos, pequenos empreendedores e a população mais vulnerável.O tema foi abordado durante pronunciamento do deputado Dr. Aledson na tribuna da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB). Segundo o parlamentar, o trabalhador paga a conta ao ser punido com o aumento significativo da carga sobre profissionais autônomos, como motoboys, taxistas e trabalhadores de atividades físicas ou artesanais, que passam a ser enquadrados em uma cobrança anual de 600 UFM.
“As cobranças são desproporcionais ao serviço e ao retorno ao trabalhador autônomo. Uma insensibilidade de quem depende do trabalho diário para sobreviver. Para cobrar altas taxas o município tem que dar infraestrutura, e onde está? A cidade não tem saneamento, infraestrutura e até falta boa iluminação para quem trabalha nas ruas da cidade. Até o momento, contrapartidas claras em melhoria dos serviços públicos não existiram, a gestão precisa ser cobrada”, enfatizou.
Segundo Dr. Aledson, os feirantes, ambulantes e pequenos comerciantes também estão entre os mais afetados. O parlamentar demonstra preocupação com a manutenção do comércio informal na cidade. “Os altos valores cobrados para ocupação de espaços públicos podem inviabilizar a atividade de muitos trabalhadores informais, justamente uma das principais fontes de renda em municípios do interior”, especifica o parlamentar.
Dr. Aledson ainda enfatizou que vai exigir transparência sobre como esses recursos adicionais serão aplicados e quais as garantias de retorno em áreas essenciais como saúde de qualidade, educação ou infraestrutura serão dads aos trabalhadores de Princesa Isabel.
