O professor Jebson Costa, que atuava como professor de História na Escola Municipal Jacira César, em Pedras de Fogo, utilizou suas redes sociais para externar sua indignação e denunciar o que afirma ser perseguição política por parte da atual gestão municipal.
Segundo o professor, ele vinha enfrentando situações que considera perseguidoras e que estariam relacionadas ao seu posicionamento político. Diante desse cenário, Jebson decidiu deixar o cargo que ocupava na rede municipal de ensino.
A denúncia ganha ainda mais repercussão diante de uma situação que teria ocorrido nesta semana, quando passou a circular uma lista com nomes de pessoas que, segundo relatos, estariam sendo acompanhadas por não frequentarem eventos políticos relacionados à campanha para governador.
A existência e a finalidade da lista ainda precisam ser esclarecidas oficialmente, mas o episódio vem gerando questionamentos entre servidores e moradores. Se confirmada a utilização de uma lista para identificar ou pressionar servidores em razão de sua participação ou não participação em eventos políticos, o caso representa uma situação extremamente grave e que merece esclarecimentos públicos.
O servidor público tem o direito de exercer suas funções sem sofrer constrangimentos ou retaliações por suas convicções políticas. A Prefeitura deve administrar para todos, e não transformar a preferência política em critério para tratamento dentro do serviço público.
O caso do professor Jebson Costa agora se soma aos relatos que circulam no município e coloca em discussão a necessidade de garantir liberdade política, respeito aos servidores e impessoalidade na administração pública.
